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Dr. Eduardo Zanetti Implantodontia · Zanetti Odontologia

Início / Reconstrução óssea

Reconstrução óssea e enxerto para implantes em Alfenas

Técnicas para recuperar o osso perdido e criar condições para o implante, com planejamento a partir da tomografia.

A agenda online fica disponível a qualquer hora.

Quando é necessária

A reconstrução óssea é indicada quando a quantidade de osso não é suficiente para posicionar o implante com estabilidade e no lugar certo para a prótese. O objetivo não é apenas "caber" o implante, mas dar a ele osso e gengiva que sustentem o resultado ao longo do tempo.

As técnicas

Enxerto com biomaterial

Materiais desenvolvidos para enxerto servem de base para o organismo formar osso novo. Evitam a necessidade de retirar osso de outra região.

Enxerto com osso do próprio paciente

Em defeitos maiores, pode ser usado osso retirado de outra região da boca, sozinho ou combinado com biomaterial.

Técnica de Khoury

Indicada para perdas ósseas maiores, em altura ou em espessura. Uma pequena porção de osso é retirada de outra região da boca, geralmente da parte de trás da mandíbula, e dividida em lâminas finas. Essas lâminas são fixadas como paredes, recriando o contorno do osso perdido, e o espaço entre elas é preenchido com osso particulado. O objetivo é formar um osso capaz de receber o implante alguns meses depois.

Regeneração óssea guiada

Membranas protegem a área do enxerto e orientam a formação do osso. Muito usada em defeitos menores, muitas vezes junto com a instalação do implante.

Técnica Sausage

É uma forma de regeneração óssea guiada para ganhar espessura no rebordo. Uma mistura de osso do próprio paciente com biomaterial é colocada na região e coberta por uma membrana de colágeno esticada e fixada com pequenos pinos, que mantém o enxerto firme e compacto, como um "embutido", daí o nome. Costuma ser indicada quando o rebordo é estreito demais para o implante.

Malhas de titânio

Em defeitos maiores, uma malha de titânio moldada para o caso mantém o espaço e o formato do enxerto enquanto o osso se forma. Depois da cicatrização, a malha é removida e o implante é instalado.

Agregados plaquetários

São obtidos de uma pequena amostra do sangue do próprio paciente, processada no consultório. Podem ser combinados ao enxerto como auxiliares da cicatrização dos tecidos.

Levantamento de seio maxilar

Na região dos dentes de trás de cima, o seio maxilar pode ocupar o espaço onde seria colocado o implante. O levantamento eleva a membrana do seio e cria altura de osso nessa região.

Preservação do osso na extração

Quando um dente precisa ser removido, a extração pode ser planejada para preservar o osso, com enxerto no próprio local. Isso reduz a perda e facilita o implante depois.

Quando a perda de osso é severa: implantes zigomáticos

Em algumas pessoas com grande perda de osso no maxilar superior, a reconstrução seria extensa e com várias etapas. Nesses casos, uma alternativa pode ser o implante zigomático: um implante mais longo, ancorado no osso da maçã do rosto (osso zigomático), que é mais denso e costuma se manter mesmo quando o osso da arcada diminuiu.

Ele é usado principalmente para sustentar dentes fixos na arcada superior e, em alguns casos, permite reduzir ou evitar enxertos extensos. A indicação depende da tomografia, da saúde geral e do planejamento da prótese, e o tipo de anestesia e o local da cirurgia são definidos caso a caso.

Junto com o implante ou antes?

Quando o defeito é pequeno e o implante fica estável, os dois podem ser feitos na mesma cirurgia. Em defeitos maiores, o osso é reconstruído primeiro e o implante é instalado alguns meses depois. A tomografia orienta essa decisão.

Recuperação

  • inchaço e desconforto são esperados nos primeiros dias;
  • a alimentação deve ser mais macia no início, sem mastigar sobre a região;
  • a higiene é adaptada para não agredir a área operada;
  • quando indicada, a laserterapia pode ser usada como auxiliar no pós-operatório;
  • os retornos já saem marcados, e você tem um canal direto pelo WhatsApp.

Cada técnica tem indicações, riscos e prazos próprios. Antes de qualquer decisão, você recebe a explicação do que é indicado para o seu caso, do porquê e das alternativas.

Dúvidas sobre reconstrução óssea

O enxerto dói?

É feito com anestesia local. Nos dias seguintes, é esperado inchaço e desconforto, controlados com a medicação orientada. A recuperação varia conforme o tipo e o tamanho do enxerto.

De onde vem o osso do enxerto?

Pode ser um biomaterial próprio para enxerto, osso do próprio paciente retirado de outra região da boca ou uma combinação dos dois. A escolha depende do tamanho do defeito e do planejamento.

Quanto tempo preciso esperar até o implante?

Depende da técnica. Em alguns casos o implante é colocado na mesma cirurgia; em outros, aguarda-se alguns meses para o osso amadurecer. A previsão é dada no planejamento.

Posso usar prótese provisória durante a cicatrização?

Na maioria dos casos, sim, com ajustes para não pressionar a área do enxerto. Isso é planejado antes da cirurgia.

Fumantes podem fazer enxerto?

O cigarro prejudica a cicatrização e aumenta o risco de o enxerto não se integrar. Recomendamos interromper o fumo antes e depois da cirurgia, e o risco é discutido no planejamento.

O enxerto sempre dá certo?

Não é possível garantir o resultado de nenhum procedimento. Na maioria dos casos bem indicados o osso se forma como planejado, mas às vezes o volume obtido é menor que o esperado e é preciso complementar. Isso é explicado antes da cirurgia.

Comece pela consulta de planejamento.

Você sai sabendo o que o seu caso precisa, quais são as alternativas e quais seriam as próximas etapas. Sem compromisso de iniciar o tratamento no mesmo dia.

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